The Losers!


O loser está ferrado

Após uma série de estudos, pesquisadoras das Universidades da Pensilvânia e de Yale chegaram à conclusão que pessoas bonitas têm vantagens sobre as demais.
É um tanto óbvia a conclusão, já notada empiricamente por qualquer pessoa que preste atenção aos eventos ao seu redor. Esta frase de uma das pesquisadoras é definitiva: “Pessoas atraentes ganham mais, são vistas como mais inteligentes e recebem mais atenção na maioria dos aspectos da vida”. Apenas faço uma observação acerca da percepção de inteligência, pois o que observo é exatamente o contrário, ou seja, pessoas muito bonitas são vistas, ou melhor, tidas por menos inteligentes.
Ao final, temos mais uma confirmação - dessa vez através de métodos científicos - de que o loser sempre se dá mal. Logo, estou inexoravelmente ferrado.


Por Cameron Frye


Escrito por Zen às 20h38
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SER LOSER É UMA VOCAÇÃO

Aqui estou eu mais uma vez, depois de alguns meses, triste. Pelo menos não estou desesperado ou deprimido. Creio que a vida e as lições que ela me deu tenham me anestesiado e ajudado a assimilar os golpes. O fato é que, não importa o que aconteça, não importa quantas coisas boas me acontaçam, eu nunca consigo a única coisa que me importa. Acho que não nasci pra isso mesmo.

É por isso eu ser um Loser é uma vocação. Porque nenhum de nós é aparentemente um perdedor, mas o sucesso só nos alcança naquilo que não desejamos.

Quanto a mim, o melhor a fazer é aprender a me enxergar. Quem sabe essas coisas deixem de me acontecer, não é mesmo?



Escrito por Kevin Arnold às 17h29
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FANTASMAS

Hoje eu estou me sentindo mal. Tão mal que volto a escrever como um Loser depois de 8 meses. E não é porque tenha me acontecido algo de ruim. Estou me sentido mal por causa dos fantasmas que ainda me perseguem.

As coincidências são tristes. Ou não são coincidências. O fato é que nos últimos dias eu tenho me deparado com meus fantasmas quando apenas alguns segundos de diferença poderiam me poupar de todo esse sofrimento. Assim fico mm sentindo mal, muito mal. Fico assim porque cada vez que o encaro me voltam todas as boas sensações e todas as lembranças que me esoforço tanto para não guardar. Sou obrigado a encarar o meu fracasso e perceber mais uma vez a dimensão enorme da minha perda e quão intangível era o que eu havia conquistado. Olho pro meu fantasma como se ele fizesse parte dos meu sonhos e delírios, como algo inalcançável, ou que ao menos se tornou inalcançável, e ao mesmo tempo percebo de que alguma forma já me pertenceu e já fez parte de mim. Sim, ainda faz parte de mim. Uma parte a qual não tenho mais acesso. Uma parte que tirou de mim o que tu tinha de melhor. Uma parte que ainda me desperta a sensação de completude que se dissipa um segundo depois, quando percebo que hoje tudo não passa de uma lembrança distante e de uma presença constante. Quando vejo o meu fantasma eu tenho vontade de chorar. Chorar como estou chorando neste exato momento. Chorar com sinceridade por não saber como não me apaixonar de novo e cada vez que o encaro. Chorar de dor e de saudade. Chorar pelo fracasso e pelo medo. Chorar pelo desejo que sinto e pela consciência de que o tempo destrói tudo e de que nada se repete e nada retorna ao seu estágio inicial. Choro por saber que meus sentimentos são ancrônicos e incontroláveis.

Sim, o meu fantasma me persegue. Ou será que eu persigo o meu fantasma? Não sei. Sei apenas que a pior forma de amar é amar profunda e irreversvelmente uma assombração.



Escrito por Paul Pfeifer às 14h17
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O Loser e os Outros

As pessoas me odeiam. Como diria o grande Marvin: “Todos me odeiam. É parte da constituição do Universo. Eu só preciso falar com alguém e eles começam a me odiar.”

Meus antigos colegas de faculdade me odiavam. Durante uma festa – aliás, a melhor festa que o Direito já teve nos últimos tempos! – eles não ficaram satisfeitos ao me jogar dentro de um tele-entulho. Foi só eu sair de lá que eles me seguraram e me jogaram novamente denro do tele-entulho.
Em outra ocasião, durante um churrasco, estávamos lá, conversando, bebendo, comendo, quando eles tiveram a idéia: vamos jogá-lo na piscina. E fui efetivamente jogado na piscina (ao menos se deram ao trabalho de tirar minha carteira, meu telefone e meus tÊnis enquanto eu estava imobilizado).
Como se isto não bastasse, nosso paraninfo fez uma festa em um pesque e pague aqui em Porto Alegre – no MEIO de Porto Alegre! – e, ao saírmos, adivinha qual a idéia que surge? Sim, novamente alguém sugere me jogar na piscina. No caso, no tanque dos peixes. Entretanto, não foram adiante com a idéia por dois motivos: primeiro, os funcionários observavam a cena estupefatos ante o inusitado da situação, e em segundo, por eu ter dito que se eu caísse na água os peixes poderiam morrer. Ainda bem que eles acreditaram.
Agora que estou pensando nisso… se tivessem me jogado provavelmente os peixes se matariam, porque eles também me odeiam.



Por Cameron Frye



Escrito por Zen às 02h54
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“Não queremos ter o que não temos,

nós só queremos viver;

não queremos aprender o que sabemos,

não queremos nem saber.”

Humberto Gessinger

 

               Muitas vezes penso que meu problema é justamente pensar demais, dar chance à traição que minha mente enfia, angustiante, fria e dolorosa, por entre minhas costelas ao pisar e repisar os mesmos velhos e indigestos passos errados do passado; ao olhar insistentemente para os lados para saber se estou no caminho certo quando tenho certeza de que sucumbiria se me visse no caminho errado; ao acabrunhar-me covardemente nas entranhas pálidas de um livro insosso e áspero qualquer, embora exuberante, na volta para a segurança mórbida de minha casa enquanto a vida me abana do outro lado da janela embaçada do ônibus que segue triste e cambaleante pela noite, confuso entre logradouros que sabe-se lá onde vão dar e paradas reticentes e nervosas.

 

Mas não. Em lapsos breves, escuros e úmidos (serão clarões?) me percebo alienado. Não choro, não odeio, não desejo, não deleito, não sinto: não penso. Quantas vezes na vida fiquei acordado na madrugada crua e modorrenta sem nada de útil para fazer que não dormir? Dormir e pensar. E escolho sempre, mecânica e resignadamente, o primeiro. Deito a cabeça pesada de um dia frutífero e virtuoso e vazio, e espero o breu do sono me embalar rumo a uma vida epopéica, porém edule. Devia ter ficado acordado, esperando, remoendo, respirando. Custava ter fechado o livro?

 

Sim. Custava. Custou. Furtei-me de pensar, escondi-me atrás mesmo de uma quilíade de pensamentos copiosos, porém mirrados; um milhar de umbrais construídos de meus julgamentos sob os quais tomei abrigo dos ventos gélidos da ignorância — é assustador como são alentadores: a hipotermia entorpece os sentidos e faz passar a frialdade. Não sinto mais o frio, mas também não me sinto aquecido. Pensamentos meus buscaram respostas para muitas coisas, mas nenhum lenimento ao anelo cinza que me consome encontraram. E como poderiam, se ao lenitivo não visavam? Erros, erros, sempre os mesmos erros...

 

Agora sou eu. Sou isso. O que acho que queria ser. Dos meus parcos e incidentais atinos e fortunas subsisto, mas algo me tolhe, me amarra, algo me segura, me impede de viver. Quiçá algo me falte, pode ser. Comprei caro esse lastro, mas pago a conta-gotas, em prestações incômodas e lascivas (a quem?), dia após dia, que não vejo passar porque me preocupo em cuidá-los passando. Mas um dia hei de encontrá-la, a peça que me desfalca, me desampara. Só temo que seja cedo demais.

[15022005]



Escrito por Loser Brown às 08h36
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“A morte e a vida estão no poder da língua:

o que bem a utiliza come do seu fruto.”

Provérbios 18:21

 

Conheço muitos dos que aqui escrevem e que daqui lêem, honra que com cuidado prezo. Foi-me insólito aqui chegar: de início confrangido, ádvena lançado neste círculo hermético, acareado e êmulo dos presentes, olhos nos olhos da inquisição, verdades foram instadas, explicações exigidas, revelações lançadas à mesa. Apontado um Loser, subjugado em minha desambientação, acatei atordoado a titulatura. Sem saber aonde seguia, obedeço à indicação de um endereço e — feliz surpresa — percebo-me em lugar que há algum buscava.

           

            Compungido e desnorteado, tento expiação. E eis que me é dado o privilégio da palavra. Como sôo não aproveitar boas oportunidades para calar, pronuncio-me sem pejo ou censura a partir daqui até onde me for permitido. Àqueles desditosos que se derem o trabalho de me ler transmito meu sincero pesar. Abençôo quem partir e desentendo quem voltar, porque sou Loser — hoje o sei — e são pretensas minhas ambições. Meu vezo é almejar a memória e poder apenas o vestígio, o expurgo. Sequer para mau exemplo sirvo: “conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente. Quem dera fosses frio ou quente! Assim, porque és morno e nem és quente nem frio, estou a ponto de vomitar-te da minha boca” (Apocalipse, 3:15-16).

 

            P.S.: desculpo-me pelas remissões repetidas à mesma obra: coincidência, nada mais.

Escrito por Loser Brown às 22h21
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CARTA LOSER - Capítulo (ESPECIAL) VI

O Celular!

Imagine que faz dois meses que tenho celular e não recebi nenhuma mensagem até hoje e só duas ligações da empresa que estou trabalhando (para saberem se eu tinha feito a matrícula de um aluno). Isso é muito chato.



Escrito por Balestrin às 17h48
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O LOSER!

HJ uma pessoa me disse que queria ser eu. No momento juro que me pareceu somente estranho, nada de doido, nada de totalmente fora da realidade. Isso eu ach =o que deve ser por causa de alguma intoxicação provocada por alguma droga qualquer, como dopamina ( não dessas de laboratório que eu estou falando ).Algo causado peo pela sensação de felicidade momentânea ou por algum tipo de derivação de frustração acumulada não sei, um desses.

Agora vejo a veradade claramente e sei que essa pessoa que falou comigo não pode ter o cérebro no lugar, ou no mínimo está em processo de falência geral das células, visto que é impossível alguém querer ser um loser como eu. Ser loser é simples, tão simples, que acaba no fim parecendo complexo. Imagina alguém que sempre foi o máximo da exclusão o terror da solidão e que se torna de uma hora para outra popular? Ou no mínimo conhecido por ser "parceiro" - linguagem de algum tipo restrito de habitante que normalmente não percebe a própria existência.

Parece bom, não? POis aí é só o começo, porque é como se em troca disso, a sina vem. Em tudo o que se mais quer, ou mais deseja, é afastado; retirado; arrancado; enfim tornado impossível para essa classe de desgraçados!

Eu não sou uma exeção. O que me trona diferente é um mero detalhe, o de haver agravantes na minha situação. Alguém já sabe o que é quase ser assaltado, ou melhor, de uma certa forma ser assaltado, duas vezes em um dia - só uma chegou beirando o verdadeiro acontecimento-? É assim que vivo, só que tem mais. Imagine somar isso tudo com acessos crônicos de ataques de ansiedade, provocados por uma insegurança sobre o seu ser extrema?

Aí talvez se consiga ter uma idéia próxima do que é ser EU.

Nesse momento, a pessoa que disse que gostaria de ser eu pode dizer que realmente o que a tronava um problema na relaidade é uma mera ruga em uma tábua de 100 metros!



Escrito por Christian às 05h05
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CARTA LOSER - Capítulo V

A Solidão!

Louise, é angustiante não ter ninguém.

Queria tanto ver alguém me esperando na porta do Rosário toda a noite quando saio do curso. Queria tanto alguém para contar minhas conquistas e meus fracassos e para torcer por mim. Alguém para ler o que escrevo e me incentivar na vida. Alguém que me permita fazer parte de sua vida e faça de mim um pedacinho dela...

Pôxa, alguém que me veja só a noite, que seja, mas me ligue durante o dia para saber como estou.

Alguém para ir comigo no cinema (estou cansada de ir sozinha) ou naquele restaurante que eu jurei um dia que só iria com alguém muito especial.

E até hoje não fui mais! Pra ir na CCMQ e na biblioteca.

É “filha” é muito chato viver sem alguém.

Os (as) poucos Amigos que tenho estão longe, mas eu sei que são meus fãs e para eles eu continuo a brilhar. Sinto esse carinho.

Mas carinho de amigo não é o suficiente. Não é deste que sinto falta.

Passei a viver longe dos amigos e sempre fui distante da família...

Preciso muito de alguém para confiar.

Eu sou alguém que passo muita confiança e por isso as pessoas confiam sempre em mim, mas não tenho em quem confiar.

Quero alguém com quem eu não precise fingir. Aliás eu nunca fingi nada, sempre fui autêntica e sincera, nunca escondi o que sou e acho que é por isso que até hoje estou sozinha.

Mas quero estar com alguém com quem eu possa ser eu mesma, entende? E quero muito alguém que não finja também.

 

Aguardem o próximo capítulo dessa grande história!!!!!!!!!!!



Escrito por Balestrin às 13h26
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E a grande nuvem negra do fracasso, da derrota volta a pairar sobre Porto Alegre. Sim, a criatura que foi para a praia e tomou mais tiros no Medal of Honor, perdeu todas as partidas de truco, foi obrigada a dar três voltas no tabuleiro de Master, e perdeu uma partida de War por pura estupidez retornou. Em verdade, em verdade, retornei há duas semanas, mas só agora me prestei a atualizar meu blog e escrever algo para este. Bueno, encerrarei por aqui porque ainda não terminei minha busca por músicas losers.

Por Cameron Frye

Escrito por Zen às 20h03
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CARTA LOSER - Capítulo IV

A Escritora

Tenho escrito bastante textos, tens que ler...

Neste verão, escrevi sobre, não vou te contar!

Me procure para ler. Tenho que comprar meu computador pois meus amigos “virtuais” estão loucos atrás de mim. Querem que eu crie um blog e participe de algum concurso ou coisa do tipo. Me convenci de escrevo bem quando vi o Roby chorando com um texto meu. Claro, ele não tava em prantos, tu entendeu, né? Ele se emocionou. Eu me emocionei mais ainda por saber que só por expressar o que sinto e o que sou num pedaço de papel, eu emociono alguém.

Agora acredito que tu ama tanto minhas cartas. Tenho ido todos os dias na UFRGS. Adoro o pessoal de lá, embora ainda não conheça ninguém, só o pessoal do xerox. Ás vezes, me sento lá só para escrever. Em 2005 vou estudar lá.

 

Esse trecho pequeno foi só para tirar o blog do nada!!! Aguardem



Escrito por Balestrin às 09h29
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Naus!!!

Que sina!!!

Vida de desgraçados. Somos nós os losers,os transformados, os retirados das cinzas para novamente sermos queimados.

Que fazer em momentos qeu a vida se transforma em barcos a se mexer ao sabor das ondas, de um lado para outro, sendo batidos, estilhaçados, ou meramente movimentados. "Ah! Deus dos desgraçados", que fazer agora? parar? seguir em frente enfrentando a tormenta? Apegar-se na fé de encontrar um porto seguro?

Que é a vida? Algo mais do que um conjunto de cenas e atos?

Somos o quê??

Oh, terrível flutuante que carrega o nosso sentir! Salva-nos, leva-nos para nossa baía pacífica, onde nem o vento, nem as ondas, nem o nada passam nos perturbar. Traga-nos um resultado diferente do que o horror que o nome nos reserva.

Fim.



Escrito por Christian às 02h49
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DOR...

O que é a dor?

Deparamo-nos todos os dias com essa palavra, que de tão pequena, muitas vezes, nem atenção prestamos. No entanto, pode mudar tudo, o destino de uma vida, de um país, de uma nção e até de um povo.

O mais intrigate é a relação qeu ela tem com as pessoas. não sabemos bem definir os seus limites, nem, as vezes, o seu ponto nerval.

Será que perder a liberdade pode ser considerado um tipo de dor?

Melhor, será que dor é somente físico? Não psicológico? OU até espiritual?

Será que o ir e vir dos elementos da nossa vida não podem ser incluídos no bojo que se inserem os casos de dor?

Oh, vida de todos os lados, quando vamos para um lado, o mundo inteiro cospira para o outro. Como viver assim? Como não nos tornarmos amargos e enervados? Como?

"Quem poder me explica, por favor!"

...

Sinto falta dos momentos em que pensar não era uma opção, nos quais os minutos eram meros minutos e não unidades escassas a serem preenchidas da forma mais EFICAZ possível. Que saudades!!!

Acho não sinto o meu corpo, nem a minha mente, nada...

será?...

A corda me procura, espero que não me ache.



Escrito por Christian às 05h08
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CARTA LOSER - Capítulo III

Ela, A MULHER! Parte II

Não concordo!

Sou sim uma mulher interessante, mas não acredito que tanto. E acredito também que exista homens legais por aí. Não tenho uma imagem negativa “dos homens”. Acho que assim como há homens galinhas que não querem nada sério, há mulheres também...

E existe sim homem legal. Isso tudo é piada.

Os mesmos caras que são sem-vergonhas e brincam com os sentimentos daquelas meninas apaixonadas vão um dia se apaixonar também. Não adianta! Sempre acontece e acontece com todo mundo. Não fica assim, tá? Tudo tem seu lado bom e ruim. Os homens também! Se ele não se mostra apaixonado e diz que não que se prender. Tem medo de dar o braço a torcer. Ou do que você possa fazer. Todos temos medo e negamos aquilo que é novo e não esperávamos!

Ou então ele está realmente sendo sincero e não te merece. Descubra isso nos olhos dele. Você já disse que não consegue, mas é tão normal...

Eu sempre tive o hábito de falar olhando nos olhos por isso mesmo, dificilmente alguém vai mentir olhando fundo nos olhos. Há até os que tentam, mas não conseguem.

Então, lembre do que eu digo: a conversa tem o poder. Nada que uma conversa franca não resolva. Seja sincera com ele e olhe nos olhos, diga tudo o que sente. Eu acredito que ele não vai resistir. Porque se não tivesse coração, não estaria vivendo. Ele vai te dizer areal, seja qual for.

E esteja preparada pra tudo, meu bem. Assim será melhor.

 

Aguardem! Essa história ficará ainda melhor...hehehe



Escrito por Balestrin às 09h06
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CARTA LOSER - Capítulo II

Ela, A MULHER! Parte I

Louise, pena que estás tão longe e não vai mais voltar. É tão chato ficar sozinha e só tu entende o quanto preciso de alguém.

Meus amigos pensam que é brincadeira, doença ou exagero. Dizem que é impossível, que eu, logo eu, tão linda, nunca tenha tido alguém...

Realmente, nunca havia me achado feia, mas hoje em dia me convenço de que ter alguém não depende de mim.

Sou bonita, sou carinhosa com todos, estou sempre querendo ajudar, sou inteligente, compreensiva, e mais um escambal...

Sou sincera sempre, e ninguém pode negar que sou uma mulher e tanto. Vivem me perguntando (os meus amigos) mas como? Nunca tiveste alguém caído por você? Impossível.

Mas não. Não tive e não tenho, nem sei quando ou se vou ter... Uma colega me disse que sou tão maravilhosa, que não existe homem à minha altura. Ou então que eles acabam se assustando com tudo o que sou. Acham que não estão preparados para amar de verdade ou têm medo de se prender (se apaixonar) por mim.

 

Auardem o próximo capítulo!



Escrito por Balestrin às 16h23
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